Uma viagem despretensiosa pela minha intimidade. Registros esporádicos de quando a vontade de escrever me arrebata. Espaço para compartilhar o meu olhar com os que visitam este lugar.
quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Predador de mim
sábado, julho 13, 2013
Onde há menos beleza...
quinta-feira, março 21, 2013
Lirismo anarquista
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
Amor e outras alegrias
"Andei pensando certas coisas. O que é raro, dirão os irônicos. Ou 'o que foi?' - perguntariam os complacentes. Para esses últimos, quem sabe, escrevo. E repito: andei pensando sobre o amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro (a) - mas a morte é inevitável e, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa- continua vivo (a), há então uma morte anormal. O NUNCA MAIS de não ter quem se ama, torna-se tão irremediável quanto não ter NUNCA MAIS quem morreu. E dói mais fundo - porque se poderia ter, já que está vivo (a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: NEVER."terça-feira, outubro 16, 2012
A quatro asas
domingo, setembro 23, 2012
Trilhando sonhos
segunda-feira, junho 04, 2012
Os nomes que significam
segunda-feira, maio 28, 2012
quinta-feira, maio 24, 2012
Viagem ao centro de si mesmo (parte 1) ...
sábado, janeiro 14, 2012
A liberdade de brincar

"Um poeta contemporâneo disse que para cada homem existe uma imagem que faz o mundo inteiro desaparecer; para quantas pessoas essa imagem não surge de uma velha caixa de brinquedos?"
Depois disso, fiquei pensando que o momento de maior liberdade que temos é na infância. Quer sensação melhor do que ganhar a rua correndo de bicicleta, no meio da chuva. É maior do que a liberdade (burguesa) de ter um salário garantido e pagar todas as contas no final do mês. Quem não teve infância não pode ser feliz...
sábado, janeiro 07, 2012
Saga atrapalhada

sexta-feira, janeiro 06, 2012
Coca-cola é isso aí...

quinta-feira, dezembro 15, 2011
O excesso nosso de cada dia...

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sexta-feira, dezembro 02, 2011
Cenário artificial
ar.ti.fí.cio
sm (lat artificiu) 1 Meios com que se consegue fazer um artefato. Var: artimanha. 2 Produto da arte. 3 Expediente, dispositivo ou disposição hábeis ou engenhosos. 4 Habilidade, sagacidade. 5 Astúcia, ardil, disfarce. 6 Simulação, fingimento. 7 Obra pirotécnica.
Essa palavra veio à minha mente numa situação aparentemente contraditória: apreciando um pôr-de-sol, dos mais belos que já vi, em que água e céu se misturavam, diluindo o horizonte. Era a paisagem perfeita para uma pintura impressionista. Não que eu me atreva a dar uma de Monet, meu talento fica aquém disso. Onde eu estava? No maior lago ARTIFICIAL da América Latina, como uma honrosa placa indicava a Barragem de Sobradinho. Por trás daquela beleza (aparentemente natural), produzida pela engenhosidade humana, esconde-se um panorama sombrio: no rastro da represa, foram inundadas as antigas cidades de Casa Nova, Pilão Arcado, Remanso, Sento Sé e o antigo distrito de Sobradinho (antigamente distrito de Juazeiro/BA). Segundo as estatísticas, 12 mil famílias, ou cerca de 70 mil pessoas, foram realocadas em virtude do alagamento. Mas esses números, friamente dispostos, não dão a dimensão da dor das pessoas. Assistindo ao filme “Os Narradores de Javé”, podemos imaginar essa situação. Mesmo nos “rincões do fim do mundo”, estabelecemos relações afetivas com o espaço em que vivemos, dando significados simbólicos ao que é concreto. A cultura, a identidade e as sociabilidades das antigas cidades ocupam o terreno da memória dos que lá viveram (e que lá não puderam morrer). Memórias que podem se perder no tempo. Ironicamente, a falta de chuvas na região está reduzindo o nível da água represada no lago, fazendo com que as ruínas das cidades alagadas reapareçam. O passado emerge desmentindo a História ARTIFICIAL.
terça-feira, outubro 25, 2011
segunda-feira, outubro 24, 2011
Não dá pra resistir a...
Cappuccino com pão de queijo;
Milkshake de ovomaltine com calda de morango;
Água com gás (além de gelo e limão);
Cerveja com Carnaval de Olinda;
Sinuca com boteco;
Beijo na boca com whisky;
Perfume com suor;
Sexo com música de Janis Joplin;
Pé descalço com areia de praia;
Pink Floyd com pôr-de-sol na estrada;








